"A árvore da raiva tem tantas raízes":

chaves para pensar os modos de enquadrar as lutas

Autores

  • Emilia Millon ISES-CIG-CONICET
  • Victoria Pasero UNLP-CIG-CONICET

Palavras-chave:

imbricação, feminismo materialista, movimentos sociais

Resumo

Esta resenha explora as contribuições que a última publicação de Jules Falquet tem a oferecer a partir da perspectiva do feminismo materialista francófono. Revisamos seu posicionamento teórico-político dentro do feminismo, para logo descrever seu trabalho histórico-contextual, que ela apresenta no livro, na análise de diversos movimentos e coletivos na América, e incluímos algumas arestas que nos parecem fundamentais à sua proposta sobre a imbricação. Também destacamos alguns aspectos-chave de sua proposta sobre a imbricação.

A autora desenvolve consistentemente suas perspectivas sobre sexo, mulheres e a interação das relações de poder relacionadas ao sexo, raça e classe trazidas pelo feminismo materialista. Ela posiciona a imbricação como uma ferramenta poderosa, tanto politicamente quanto epistemologicamente, para pensar alternativas de construção coletiva.

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Referências

Díaz Lozano, Juliana y Deledicque, Melina (2022). “Aportes del feminismo materialista para las luchas populares. Diálogos con Jules Falquet”. En Contrahegemonía Web.

Falquet, Jules (2022). Imbricación. Más allá de la interseccionalidad. Mujeres, raza y clase en los movimientos sociales. Buenos Aires: Madreselva.

Viveros Vigoya, Mara (2016). “La interseccionalidad: una aproximación situada a la dominación”. En Debate feminista, 52, 1-17.

Publicado

2023-07-23

Como Citar

Millon, E., & Pasero, V. (2023). "A árvore da raiva tem tantas raízes": : chaves para pensar os modos de enquadrar as lutas. Cuadernos De Economía Crítica, 9(18), 171-177. Recuperado de https://cec.sociedadeconomiacritica.org/index.php/cec/article/view/340

Edição

Seção

Lecturas Criticas